
Depois de um período de calmaria, uma notícia publicada no L.A. Times, nessa segunda-feira (24.08), colocou a morte de Michael Jackson em pauta outra vez. Segundo a publicação, o resultado da autópsia do corpo foi reavaliado e o novo resultado aponta quantidade mortal de anestésico, o que deve enquadrar o doutor Conrad Murray, médico de Michael, em homicídio culposo.
O médico já teria admitido aos detetives que dava para Michael 50 miligramas de propofol diariamente, mas que, porque desconfiou que o cantor estaria se viciando no remédio (por que será?), reduziu a dose pela metade. Na noite da morte do cantor, entretanto, Conrad teria dado a Michael outros remédios: um valium e um lorazepam meia hora depois. Como o cantor não conseguia dormir, Conrad tentou ainda outros remédios. De manhã, teria enfim aplicado o propofol. Meia hora depois, Michael pararia de respirar.
Nem o médico nem a família de MJ ainda se manifestaram sobre o laudo. Alguém mais acha que o doutor exagerou na dose?
